«Vocês sabem o que significa amar a humanidade? Significa apenas isto: estar satisfeito consigo mesmo. Quando alguém está satisfeito consigo mesmo, ama a humanidade. » Pirandello
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quinta-feira, 3 de maio de 2012

BOB FOSSE


Robert Louis Fosse (Chicago em 23 de Junho de 1927 – Washington em 23 de Setembro de 1987) foi um dançarino, coreógrafo e diretor americano.
Fosse desenvolveu um estilo de dança de Jazz que foi imediatamente reconhecido e caracterizado por seu ar sensual. Com a influência de Fred Astaire ele usou como acessórios chapéus côco, barras e cadeiras. Aclamado no teatro, onde foi várias vezes premiado, Bob Fosse ganhou também no cinema um Oscar em 1972 pelo filme "Cabaret", além de várias homenagens na TV pelo especial com a atriz e cantora Liza Minelli, "Liza com Z". Em 1986  coreografou, dirigiu e também escreveu o musical "Big deal". Fosse ganhou muitos prêmios por seus trabalhos. Seu musical "All that jazz" de 1979 ganhou a Palma de Ouro em Cannes e foi indicado para quatro Oscar. Esse filme foi uma autobiografia sem compromisso.
§  Cabaret (1972)
§  Liza with a Z (1972)
§  Lenny (1974)
§  The Little Prince (1974)
§  Star 80 (1983)

fonte: wikipedia

 

segunda-feira, 26 de março de 2012

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

CESÁRIA ÉVORA

Cesária Évora, a conselho do médico e devido a problemas cardíacos pôs um ponto final na sua carreira. Possívelmente em 2012 sairá o último cd, da «embaixadora da morna», música que transmite a melancolia das ilhas cabo-verdianas.

«SODADE» COM CERTEZA!!!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

No Matter What Boyzone



Não importa o quê
Não importa o quê eles nos digam,
Não importa o quê eles façam,
Não importa o que eles nos ensinem,
O que nós acreditamos é verdadeiro.
Não importa do que eles nos chamem,
De qualquer forma que eles ataquem,
Não importa onde eles nos levem,
Nós encontraremos nosso próprio caminho de volta.
.../...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

UMA CANÇÃO CHEIA DE RECORDAÇÕES



FILME: CRIA CUERVOS DE CARLOS SAURA

domingo, 21 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

LHASA DE SELA



LHASA DE SELA (1972-2010)


Lhasa de Sela, cantora e compositora nascida em Nova Iorque, mas profundamente influenciada pela cultura mexicana, faleceu no dia 1 de Janeiro deste ano, aos 37 anos de idade, de um cancro da mama, contra o qual lutava há 21 meses.
Desde a primeira vez que a sua voz se ouviu em disco que Lhasa surgiu aos melómanos como um ser vindo de outro mundo. Do seu álbum de estreia, La Llorona, composto a meias com o magnífico músico Yves Desroisiers, constavam apenas baladas cambaleantes, que versavam mitos pagãos mexicanos. Era um disco centrado na guitarra acústica de Desroisiers, com apontamentos de acordeão e banjo, mas que estava longe de ser "bonitinho", muito por força da voz de Lhasa, que dominava cada canção: possuidora de uma voz grave mas ampla, Lhasa tão depressa conseguia soar ébria, como apaixonada, como vingativa e como sensual. Podia ter uma voz de veludo, mas aquele veludo conhecia todo o tipo de nódoas. O êxito de "La Llorona" foi rápido e surpreendente. Lhasa contribuiu para o sucesso do disco: não só era tremendamente bonita como tinha igualmente uma história pessoal incomum que contribuiu, para o mito de "mulher misteriosa". Filha de pai mexicano e mãe americana-judia-libanesa, Lhasa não cresceu como a maior parte das raparigas. Os seus pais eram nómadas, e ela passou os primeiros anos de vida com eles e os irmãos on the road. Após a digressão de "La Llorona" juntou-se a um circo em França. Numa entrevista à Roots World, na altura do lançamento do seu segundo disco, "The Living Road", em 2003, Lhasa confessava que depois da digressão do primeiro disco abandonara tudo para ir para França porque se sentia "a morrer". A vida no circo, rodeada de alguns dos irmãos, era simples e repleta de tarefas, o que lhe agradava. "The Living Road" era um disco mais complexo, com guitarras e banjos. Vasco Sacramento, produtor musical, convidou Lhasa para uma digressão em Portugal. Sacramento disse, numa nota à imprensa, que "Lhasa de Sela não estava interessada no estrelato, na fama ou no dinheiro". Acrescentou ainda que Lhasa "parecia que cantava apenas por imperativo de consciência, sem grandes preocupações com a estratégia de mercado". Lhasa revelou-se ao início uma mulher distante, sempre acompanhada dos seus cadernos, com dificuldade em posar para fotografias. Não gostava que lhe fizessem muitas perguntas e no entanto, uma vez ganha a sua confiança, percebia-se que a sua distância era uma timidez congénita. Tinha o hábito de ouvir mais que falar e observava tudo à sua volta com uma intensidade que podia ser assustadora. Sabia deixar-se aproximar, mas precisava do seu momento de isolamento. Era sem dúvida reservada e intensa e tão doce quanto, ao que nos pareceu, assustada. O terceiro disco, "Lhasa", cantado em inglês, nunca foi devidamente promovido e já foi afectado pelas condições da sua saúde. Por esta altura já Lhasa colaborara com os Tindersticks e com Arthur H, cantor francês, e era um nome mais que firmado. Segundo os seus representantes, Lhasa, que só conseguia fazer o que queria, como queria e quando percebia o que verdadeiramente queria, tinha planos de fazer um disco com temas de Violeta Parra e Victor Jara. O seu site, Lhasadesela.com, abre com uma fotografia, de costas, o rosto encoberto pelo cabelo a esvoaçar ao vento. Em fundo há uma longa estrada. Um salmo diz: "Não serás como a palha que o vento leva." Lhasa teve a coragem de o ser, e foi maior por isso.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009