«Vocês sabem o que significa amar a humanidade? Significa apenas isto: estar satisfeito consigo mesmo. Quando alguém está satisfeito consigo mesmo, ama a humanidade. » Pirandello

sábado, 30 de junho de 2012

LER A MELHOR COMPANHIA!

"As obras de arte são de uma solidão infinita." É na solidão que elas são geradas.  RILKE 

AS TRÊS GRAÇAS

sonia delaunay
Na mitologia grega, as Graças ou Cárites  são as deusas do encantamento, da beleza, da natureza, da criatividade humana e da fertilidade da dança. Eram filhas de Zeus e Hera, segundo umas versões, e de Zeus e da deusa Eurínome, segundo outras. Por sua condição de deusas da beleza, eram associadas a Afrodite, deusa do amor (ou a Vênus, na mitologia romana) e dançarinas do Olimpo. Também se identificavam com as primitivas musas, em virtude de sua predileção pelas danças corais e pela música.
O nome de cada uma delas varia nas diferentes lendas, o trio mais frequente é: Aglaia - a claridade;Tália - a que faz brotar flores;Eufrosina - o sentido da alegria.

domingo, 17 de junho de 2012

MARIA VARBANOVA

fruto proíbido
Maria Varbanova iniciou sua carreira em 1980, com os estudos de desenho, pintura, escultura, composição e impressão no Tsanko Lvrenov High School of Fine Arts, em Plovidiv, na Bulgária. Formou aí em 1985. Ainda nesse período, inicia os estudos no Fine Arts in the Universinity of Veliko Tarnovo St Ciril and Methodius, também na Bulgária. Desde 1992, tornou-se professora de artes em diversas instituições búlgaras.

“Eu gostaria de convencer os espectadores de como há tanta beleza e harmonia ao nosso redor. Pessoas estão perdendo o prazer das coisas simples, com tanta ocupação que se propõe o tempo inteiro. Meu objetivo é capturar o olhar de alguém do outro lado da sala, e traze-lo para bem perto de minha obra, até que essa lhe provoque um prazer pleno.”

quinta-feira, 14 de junho de 2012

UM LIVRO LIDO NA MINHA ADOLESCÊNCIA E QUE NUNCA ESQUECEREI!

Anne Frank (12 de Junho de 1929 — 31 de Março de 1945) foi uma jovem judia obrigada a viver escondida dos nazistas durante o Holocausto.

«Sinto-me como um pássaro a quem cortaram as asas e que bate, na escuridão, contra as grades da sua gaiola estreita»

«Quando escrevo, sinto um alivio, a minha dor desaparece, a coragem volta... Ao escrever sei esclarecer tudo - os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias».

quinta-feira, 7 de junho de 2012

EM QUE TEMPO VIVEMOS?



A temporalidade é evidentemente uma estrutura organizada, e esses três pretensos "elementos" do tempo, passado, presente , futuro, não devem ser considerados como uma colecção de "dados" cuja soma deve ser feita - por exemplo, como uma série infinita de "agora", alguns dos quais ainda não são, outros que não são mais -, mas como momentos estruturados de uma síntese original. Senão encontraremos, em primeiro lugar, este paradoxo: o passado não é mais, o futuro ainda não é, quanto ao presente instantâneo, todos sabem que ele não é tudo, é o limite de uma divisão infinita, como o ponto sem dimensão. 

Jean-Paul Sartre, in 'O Ser e o Nada'