Peço desculpa, mas não sei como usar a máquina. Quer dizer, como é que eu faço o registo?
O Ferris tirou-me o cartão da mão. Apontou para a máquina.
-Vê esta ranhura?
-Sim.
-O.K. esta ranhura é para o primeiro dia da semana, que é hoje. Coloca lá o cartão assim…
Colocou o cartão.
-Depois quando o cartão estiver lá dentro carrega nesta manivela.
-Percebi.
-Agora quando regista para o almoço, é nesta ranhura.
-Sim, percebi.
-Depois quando volta a registar, é na próxima ranhura. O almoço é trinta minutos.
-Tinta minutos…percebi.
-Depois quando regista para sair, é na última ranhura. São quatro registos por dia. Depois vai embora, no outro dia volta a fazer os quatro registos por dia até ser despedido, desistir, morrer ou reformar-se.
-Entendido.
HAM ON RYE – CHARLES BUKOWSKI
Modern Times é um filme de 1936 do cineasta britânico Charles Chaplin, em que o seu famoso personagem Charlot tenta sobreviver ao mundo moderno e industrializado.
Nesse filme Chaplin quis passar uma mensagem social. Cada cena é trabalhada para que com ironia e comicidade a mensagem chegue. E nada parece escapar: máquina tomando o lugar dos homens, as facilidades que levam a criminalidade, a escravidão.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
COCO CHANEL E STRAVINSKY

Sete anos depois, Chanel, que compareceu à estreia, foi apresentada ao empobrecido compositor e convidou-o a ir viver com a família para a sua casa de campo. Coco e Stravinsky, tiveram um tórrido caso de amor.Coco Chanel, a mulher que revolucionou a moda era arrogante, dissimulada e sem pudor, capaz de se envolver com um homem casado diante dos olhos da sua própria esposa. Uma das mulheres mais influentes do século XX.
sábado, 21 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
RETRATO DE MULHER TRISTE

Vestiu-se para um baile que não há.
Sentou-se com suas últimas jóias.
E olha para o lado, imóvel.
Está vendo os salões que se acabaram,
embala-se em valsas que não dançou,
levemente sorri para um homem.
O homem que não existiu.
Se alguém lhe disser que sonha,
levantará com desdém o arco das sobrancelhas,
Pois jamais se viveu com tanta plenitude.
Mas para falar de sua vida tem de abaixar
as quase infantis pestanas, e esperar
que se apaguem duas infinitas lágrimas.
Cecília Meireles, in 'Poemas (1942-1959)'
domingo, 8 de maio de 2011
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