segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
COCO AVANT CHANEL

INTERPRETAÇÃO: AUDREY TAUTON ( Gabrielle), BENOÍT POELVOORDE (Balsan), ALESSANDRO NIVOLA (Boy)
O filme é um típico retrato biográfico, tão típico e tão rigoroso no seu academismo, que não consegue libertar-se das convenções do telefilme. A interpretação é boa, não só de Coco, mas principalmente de Balsan.
A abordagem da história vai de Gabrielle em criança, até ao seu lançamento na alta costura
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Gabrielle Bonheur Chanel (Saumur 1883-Paris 1971) , mais conhecida como Coco Chanel, foi uma importante estilista francesa e uma mulher à frente do seu tempo. A família de Gabrielle era muito numerosa: tinha vários irmãos. O pai, Albert Chanel, era caixeiro-viajante e a mãe, Jeanne Devolle, era doméstica. Depois da morte precoce da mãe, vítima de tuberculose, o pai ficou com a responsabilidade de tomar conta dos filhos. Devido à sua profissão, Coco e uma irmã foram deixadas pelo pai num colégio interno e nunca mais viram o pai. Em 1903, com vinte anos, Gabrielle saiu do colégio e tentou procurar emprego na área do espectáculo, mas não teve muita sorte. Cantava em bordeis e foi dai que lhe veio o apelido de Coco, devido a uma canção que cantava. Com vinte e cinco anos, Chanel conheceu um rico comerciante de tecidos, chamado Etienne Balsan, com quem passou a viver.
Por volta de 1910, na capital parisiense, Coco conheceu o grande amor da sua vida: o milionário inglês Arthur Boyle, mais conhecido por Boy. Boyle ajudou-a a abrir a sua primeira loja de chapéus. Com este relacionamento, Chanel aprendeu a frequentar o meio sofisticado da Cidade Luz. Algum tempo depois, Boyle casou com uma inglesa, casamento de conveniência. Boyle amava Coco, mas como Balsan, a mesma era a amante e nunca a esposa. Gabrielle sente-se chocada, mas aceita este jogo. Boyle passado pouco tempo morreu num acidente de viação. Com este desgosto, Chanel abriu a primeira casa de costura, comercializando também chapéus. Nessa mesma casa, começou a vender roupas desportivas para ir à praia e para montar a cavalo. Pioneira, inventou as primeiras calças femininas. O FILME TERMINA AQUI, MAS A VIDA DE COCO CONTINUA...
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No início dos anos 20, Chanel conheceu e apaixonou-se por um príncipe russo pobre, Dmitri Pavlovich, que tinha fugido da União Soviética. Neste período, Chanel conheceu muitos artistas importantes, tais como Pablo Picasso, Luchino Visconti e Greta Garbo.
As suas roupas vestiram as grandes actrizes de Hollywood, e seu estilo ditava moda em todo o mundo. Os seus tailleurs são referência até hoje, também lhes deu fama Jackie Kennedy, que os usava.
Em 1921, criou o perfume que a iria converter numa grande celebridade em todo mundo, o Chanel nº5. O nome referia-se ao seu algarismo da sorte. Durante a Segunda Guerra Mundial, Chanel fechou a casa e envolveu-se romanticamente com um oficial alemão. Reabriu-a em 1954.
No final da guerra, os franceses deixaram de frequentar a sua casa, devido a este romance. Nesta década, Chanel teve dificuldades financeiros. Para manter a casa aberta, começou a vender suas roupas para o outro lado do Atlântico e passou a residir na Suíça. Só mais tarde voltou a França.
Faleceu no Hotel Ritz Paris em 1971, onde viveu anos.
ALMEIDA GARRETT


UM POEMA DE GARRETT (UM DOS ESCRITORES MAIS IMPORTANTES DO ROMANTISMO PORTUGUÊS)
Este inferno de amar - como eu amo!
Quem mo pôs aqui nalma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói
- Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há-de ela apagar?
Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez... - foi um sonho
- Em que paz tam serena a dormi!
Oh! que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim! despertar?
Só me lembra que um dia formoso
Eu passei... dava o sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? eu que fiz? - Não no sei;
Mas nessa hora a viver comecei...
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Quem mo pôs aqui nalma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói
- Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há-de ela apagar?
Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez... - foi um sonho
- Em que paz tam serena a dormi!
Oh! que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim! despertar?
Só me lembra que um dia formoso
Eu passei... dava o sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? eu que fiz? - Não no sei;
Mas nessa hora a viver comecei...
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sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
PARABÉNS PIOLHO!?...
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AUTO-ESTIMA

quarta-feira, 24 de junho de 2009
ANTERO DE QUENTAL

Sonho de olhos abertos, caminhando
Não entre as formas já e as aparências,
Mas vendo a face imóvel das essências,
Entre idéias e espíritos pairando...
Que é o mundo ante mim? fumo ondeando,
Visões sem ser, fragmentos de existências...
Uma névoa de enganos e impotências
Sobre vácuo insondável rastejando...
E d'entre a névoa e a sombra universais
Só me chega um murmúrio, feito de ais...
É a queixa, o profundíssimo gemido
Das coisas, que procuram cegamente
Na sua noite e dolorosamente
Outra luz, outro fim só presentido...
terça-feira, 23 de junho de 2009
S. JOÃO NO PORTO

NA NOITE DE S.JOÃO
VAI P'RA RUA E FAZ A FESTA
LEMBRA-TE QUE NO PORTO
NÃO HÁ NOITE COMO ESTA!...
As pessoas mobilizam-se para fazer e participar na festa, as ruas são enfeitadas e as várias freguesias têm o seu programa de festas, com bailarico, comes e bebes, fogueira para saltar, largada de balões e fogo de artifício o que quer dizer que por todos os cantos do Porto há festa, para além dos sítios mais carismáticos, como a Ribeira e Cais de Gaia, onde é lançado o mais famoso fogo e as Fontainhas.
As pessoas começam por comer sardinhas e cabrito, bem regados com vinho, em casa ou nos restaurantes e depois a festa é na rua.
Há meia-noite há grande concentração na Ribeira para assistir ao fogo de artifício, um momento belo e mágico!...
Até lá as cascatas surgem em todos os sítios, muitos as fazem, mas é célebre na boca das crianças o «tostão para o S. João» (agora é o euro).
Por todo o lado vendem-se manjericos, com quadras alusivas à festa.
Muita gente fica de nariz empinado a ver os balões a passar e não é fácil atirar um balão, o vento nem sempre ajuda!
As ruas são enfeitadas pelos populares, com os balões coloridos de papel.
Obviamente que o martelinho nunca é esquecido (o plástico impôs-se), dantes era o alho-porro, que dava um cheirinho especial ao cabelo, mas também há quem prefira a pluma perfumada, uma flor, um ramo de cidreira. É claro que todas estas coisas é para se meterem com quem passa. Há uma troca de «galhardetes».
Os bailaricos não faltam por todo o lado e muitos vão de freguesia em freguesia, isto é de baile em baile.
VAI P'RA RUA E FAZ A FESTA
LEMBRA-TE QUE NO PORTO
NÃO HÁ NOITE COMO ESTA!...
As pessoas mobilizam-se para fazer e participar na festa, as ruas são enfeitadas e as várias freguesias têm o seu programa de festas, com bailarico, comes e bebes, fogueira para saltar, largada de balões e fogo de artifício o que quer dizer que por todos os cantos do Porto há festa, para além dos sítios mais carismáticos, como a Ribeira e Cais de Gaia, onde é lançado o mais famoso fogo e as Fontainhas.
As pessoas começam por comer sardinhas e cabrito, bem regados com vinho, em casa ou nos restaurantes e depois a festa é na rua.
Há meia-noite há grande concentração na Ribeira para assistir ao fogo de artifício, um momento belo e mágico!...
Até lá as cascatas surgem em todos os sítios, muitos as fazem, mas é célebre na boca das crianças o «tostão para o S. João» (agora é o euro).
Por todo o lado vendem-se manjericos, com quadras alusivas à festa.
Muita gente fica de nariz empinado a ver os balões a passar e não é fácil atirar um balão, o vento nem sempre ajuda!
As ruas são enfeitadas pelos populares, com os balões coloridos de papel.
Obviamente que o martelinho nunca é esquecido (o plástico impôs-se), dantes era o alho-porro, que dava um cheirinho especial ao cabelo, mas também há quem prefira a pluma perfumada, uma flor, um ramo de cidreira. É claro que todas estas coisas é para se meterem com quem passa. Há uma troca de «galhardetes».
Os bailaricos não faltam por todo o lado e muitos vão de freguesia em freguesia, isto é de baile em baile.
A festa nocturna acaba de manhã com um mergulho no mar, para os mais ousados é claro!...
O MUNDO VIRTUAL

segunda-feira, 22 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
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